Educadoras definem nova PARALISAÇÃO caso a Prefeitura não apresente, até 21 de agosto, uma proposta concreta
A luta do STSPMP, junto às das Educadoras Infantis, pelo reenquadramento na carreira do Magistério, conforme previstos na Lei Federal nº 15.326/26, entra em um momento decisivo! Após a assembleia realizada em 10 de agosto, as companheiras deliberaram pela suspensão integral das atividades no dia 27 de agosto, caso a Prefeitura não apresente, até 21 de agosto, uma proposta concreta para o cumprimento da legislação, com os respectivos direitos e vencimentos.

📌 CADÊ O DIÁLOGO?
Depois de mais de oito meses sem a efetiva implementação da lei, a demora da Administração deixou de ser apenas uma questão burocrática e passou a representar um grave desrespeito à categoria. É importante destacar que essa decisão NÃO é resultado de intransigência das trabalhadoras. Pelo contrário, as Educadoras demonstraram disposição ao diálogo e, em diferentes momentos, atenderam às solicitações da Prefeitura, como suspender a paralisação.

O diálogo sobre o tema somente teve início em 25 de maio, diante da possibilidade de uma mobilização da categoria. Posteriormente, a paralisação prevista para 23 de junho também foi suspensa após a Prefeitura solicitar prazo e garantir que apresentaria estudos sobre a equivalência dos vencimentos com as demais Professoras, estabelecendo 8 de julho como data para essa apresentação.
No entanto, a Administração cancelou unilateralmente a reunião de 8 de julho e, desde então, mesmo após mais de um mês de novas solicitações, não apresentou uma nova data nem uma proposta de reenquadramento. A categoria cumpriu sua parte, preservou o diálogo e concedeu os prazos solicitados. Agora, é responsabilidade do poder público apresentar uma resposta objetiva e efetivar aquilo que a lei determina!

🚨 NOVA MOBILIZAÇÃO
Diante desse cenário, a assembleia deliberou por nova paralização, dia 27 de agosto, como forma de pressionar a Prefeitura a cumprir a Lei Federal nº 15.326/26 e verdadeiramente respeitar e valorizar as profissionais. As Educadoras Infantis não reivindicam privilégios: reivindicam o cumprimento da lei, o reenquadramento na carreira do Magistério e a readequação da condição funcional que já possuíam até julho de 2025, conforme compromisso público assumido pelo chefe do Executivo municipal.

O STSPMP reafirma seu compromisso com a categoria e com a construção de uma solução por meio do diálogo, mas também deixa claro que diálogo sem proposta, prazo e efetivação não pode servir como justificativa para prolongar indefinidamente uma situação que já deveria estar resolvida.
ESTEJAM ATENTAS AO PRAZO!
SE A PREFEITURA NÃO SE MOVIMENTAR, AS EDUCADORAS VÃO PARAR!

