Servidores se reúnem em assembleia para alinhar estratégias de luta. Prefeito ignora solicitações da categoria. Exigimos retorno!

Servidores se reúnem em assembleia para alinhar estratégias de luta. Prefeito ignora solicitações da categoria. Exigimos retorno!

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Os Servidores participaram da assembleia geral realizada na última segunda, dia 13 de abril, na sede do Sindicato. Nosso objetivo foi alinharmos nossa luta nesta Campanha Salarial. Durante o encontro, foram debatidas as estratégias de luta para a data-base, que incluem revisão salarial, reajustes e melhorias nas condições de trabalho. O documento já foi protocolado formalmente junto à Prefeitura, mas não houve qualquer sinalização ou resposta do poder público até esta quarta (15). Mais uma vez, o Executivo negligencia seu dever de receber e debater as pautas dos servidores.

“O PREFEITO TEM MEDO DE QUÊ?”, PERGUNTAM OS SERVIDORES

Nós fizemos nossa parte e entregamos as propostas, mas o prefeito está nos ignorando. Precisamos de respeito e diálogo agora. Isto reflete o clima de insatisfação entre os Servidores, que aguardam uma convocação formal para negociação. Novamente, a Prefeitura negligencia seu papel. Cobramos o devido diálogo e respeito, para que conquistemos nossos direitos. O STSPMP exige respeito e comunicação acima de tudo. Para fazermos nosso trabalho, o prefeito terá de fazer o dele. Juntos, seremos ouvidos pela Prefeitura!

REIVINDICAÇÕES GERAIS:

  • Criação de Comissão Permanente de Negociação Tripartite, reunindo representantes do Poder Executivo, do Legislativo e do Sindicato;
  • Concessão da revisão salarial prevista no artigo 37, inciso X, da Constituição Federal, com a aplicação da inflação medida pelo IPCA-IBGE dos últimos doze meses;
  • Reposição das perdas decorrentes da retirada do 14° Salário, com concessão de reajuste de 8,66%;
  • Concessão de 5,20% referente à data-base de 2021, quando houve apenas a incorporação do abono salarial e reajuste 0%;
  • Cumprimento imediato e efetivo da “Lei do Descongelamento” – Lei Complementar nº 226/2026, com a retroatividade dos direitos não pagos;
  • Cumprimento da Lei Federal 15.326/2026 com o reenquadramento das educadoras no quadro do magistério municipal, Lei Complementar 65/2017;
  • Concessão de Auxílio Médico Social, ou similar, para os servidores inativos/aposentados/pensionistas nos mesmos valores dos funcionários da ativa;
  • Alterar a lei que concedeu o Bônus de Natal, para que não haja critérios ou condicionantes punitivos e excludentes e que inclua os servidores inativos e aposentados;
  • Aplicação de reajuste nos auxílios alimentação (R$ 1.600,00), saúde (R$ 500,00), transporte (R$ 400,00) e refeição (R$ 1.000,00), consignando a necessidade de alteração legislativa para que não haja perda desses direitos decorrentes de faltas justificadas, acidente de trabalho, licença gestante e demais previsões legalmente resguardadas, além de previsão de reajuste anual.
  • Imediata revogação dos PCCR’s (Leis Complementares 129/2025 e 131/2025) e da “Segregação de Massas” (Lei Complementar nº 128/2025).

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